Vieram aqui procurando por:
o que falar pra mulher quando não se tem nada pra falar
@@@_BOQUETE EM FAMILIA_@@@"
É brincadeira...
16.7.03
Estava pensando cá com meus botões...
Você já percebeu a quantidade de barulho que existe no silêncio ???
É sério !!!
Uma luz acesa já gera ruído... Aqui na AE tem uma porrada de luminárias com aquelas lâmpadas flurescentes... Isso gera um barulho do cacete !!!
E o ar condicionado ??? O vento passando pelas bocas no teto produz um barulho que beira ao infernal...
O monitor, a ventoinha da CPU... Tudo gera ruído....
Talvez em uma câmara à prova de ruído, seja possível "escutar" o silêncio. Mas aqui, nessa cidade do caralho, é praticamente impossível ter silêncio em qualquer lugar... Sempre irá existir um ruído filho da puta pra atrapalhar...
Pense nisso.... Mas não pense em voz alta, senão você vai gerar mais ruído...
10.7.03
Tive alguns sonhos esquisitos esta noite... Normalmente recordo-me apenas de um sonho que tive, mas esta noite, eu lembro de pelo menos 8 sonhos...
Em um deles, minha avó me ligava dizendo que queria comprar um CD pra mim...
O engraçado é que, assim como nos filmes, a pessoa que estava falando era "focalizada" e minha vó estava de óculos escuros e dirigindo...
Acho que o álcool está destruindo meus neurônios...
1.7.03
Bosta !
Escrevi um post enorme nessa merda e apertei a tecla esc sem querer... Foi tudo pro saco !!!!
Tudo isso porque estou usando, provisoriamente um micro xexelento que nao tem o w.bloggar instalado...
Update
Os acentos pararam de funcionar...
Isso aqui só pode ser brincadeira. Não é o merchandising que incomoda a novela. É a novela que incomoda o merchandising...
Inclusive, por que diabos "merchandising" ??? Chame de propaganda, de jabá, de qualquer coisa, menos merchandising...
27.6.03
18.6.03
9.6.03
5.6.03
Bacana... Minha segunda contribuição ao Idearo foi pro ar...
Na verdade, é apenas uma espécie de conto que escrevi aqui e conta a história de Marcelo, um cara que derreteu.
Esse conto surgiu de uma brincadeira que costumamos fazer com um amigo, que por ser alguns anos mais velho, dizemos que está caindo aos pedaços e derretendo.
Dentro do contexto ao qual foi proposto, esse conto fez bastante sucesso entre os amigos do Marcelo, apesar de ser meio "nojento". Mas para isso também há uma explicação. Por ser um leitor costumaz de Stephen King, usei uma narrativa inspirada nos contos desse autor.
Espero conseguir escrever mais e, se possível, (bem) melhor. Acho que tratando-se de contos, seu melhor leitor que escritor, mas como hobby vale a pena.
30.5.03
Muito bem... Agora o plugin para o Winamp está funcionando....
Ouvi na rádio algo que me deixou estupefato. Era uma entrevista com um certo diretor de empresas de água mineral (?), e o mesmo dizia que estavam desenvolvendo uma água para pessoas de baixa renda que não podiam comprar garrafinhas de água de côco.
O novo produto será um "blend" de vários tipos de água mineral, que teria as mesmas propriedades da água de côco...
Porra, "blend" ???? De água mineral ???
É esculhambação....
28.5.03
A coisa está séria !!!!! A rádio peão da Agência já informou que vai rolar um corte de pessoal e as hipóteses são:
Mandar embora:
1 - 40% do pessoal
2 - 40 pessoas
3 - Pessoas com mais de 40 anos
4 - Quem calça mais que 40
5 - Quem pesa mais de 40 Kg
E por aí vai...
Preocupante, não ??
14.5.03
Caindo os pedaços
Marcelo acorda sobressaltado, sentindo-se estranho e incomodado. Olha para o rádio-relógio que repousa sobre o criado-mudo e constata, apesar da visão embaçada, que o mostrador digital exibe exatas 4h32. Acredita ter despertado de um terrível pesadelo, pois, apesar de não se lembrar do sonho, percebe que os lençóis estão completamente molhados.
Levanta-se com dificuldade, devido à sua idade já um pouco avançada, e caminha em direção ao banheiro. Durante o trajeto, percebe que algo corre para baixo em sua perna esquerda, por dentro da calça de pijama que está usando. Uma pontada de desespero toma conta de Marcelo, afinal, pode ser uma barata que entrou em seu pijama enquanto estava dormindo, e para Marcelo, não existe coisa mais abominável que baratas.
Chega ao banheiro e acende a luz, ainda olhando para o chão, com o intuito de matar a maldita barata, assim que conseguir enxergá-la. Porém, para seu espanto, percebe que aquilo que repousa no chão não é uma barata, e sim, seu pênis.
Espantado e não acreditando naquilo que estava ocorrendo, levou as mãos aos olhos e esfregou, achando que o que vira fora apenas uma horrível ilusão de ótica, provocada pelo sono. Talvez não devesse ter esfregado com tanta força, pois seu olho esquerdo se desprende de sua face e cai diretamente no interior do vaso sanitário, que ele, como todo homem que se preze, havia deixado aberto.
-- Meu Deus do céu !! -- exclama Marcelo -- Estou literalmente caindo aos pedaços !
Mas o pesadelo real de Marcelo ainda não havia terminado. Ao olhar para o espelho do banheiro, agora utilizando apenas o olho direito, Marcelo foi tomado pelo terror. Pensou ter finalmente enlouquecido. Custava-lhe acreditar, e por pouco não esfrega o olho restante.
Não, seu olho não o enganava, estava realmente derretendo.
Seu rosto agora era uma massa disforme: o queixo, antes curto e arredondado, estava fino e alongado, quase tocando seu peito. Gotas de um líquido alaranjado, talvez pela mistura de pele, carne e sangue, pingavam na camisa do pijama.
Apavorado, Marcelo tentou correr, porém escorregou no chão do banheiro, demasiadamente liso devido ao líquido que escorria de seus pés descalços.
Seu rosto bateu com violência contra o chão, e após um esforço sobre-humano, Marcelo conseguiu apoiar-se nos cotovelos e percebeu que seu nariz, que reinava solene no assoalho, mais parecia uma ilha, pois o líquido que se desprendia de seu corpo rodeava o nariz por todos os lados.
Um barulho de água começava a surgir atrás de Marcelo, que demorou alguns segundos para entender que, na verdade, tratava-se de seu corpo liquefeito escorrendo pelo ralo.
-- Até que o desnível desse banheiro foi bem planejado, o líquido escorre direitinho para o ralo... -- foi o último pensamento de Marcelo.
Na Manhã seguinte, Josicleide chega ao apartamento de Marcelo às oito horas da manhã, para iniciar a faxina diária. Ao chegar ao quarto, percebe que os lençóis brancos exibem uma suntuosa mancha alaranjada.
-- Seu Marcelo deve ter ido pra bagunça de novo... Já disse pra ele que ele não tem mais idade pra isso. No mínimo bebeu cerveja e Uísque demais e acabou fazendo xixi na cama.
No banheiro, Josicleide encontrou uma bagunça considerável. Manchas, que ela presumira ser de urina, espalhavam-se por todo o banheiro.
-- Ele devia estar com tanta ressaca que largou pijama no chão do banheiro e nem descarga deu... Pelo menos conseguiu fazer um pouco de xixi dentro do vaso... -- refletiu Josicleide.
Josicleide nunca mais encontrou seu patrão. Recebeu seu último salário da família de Marcelo, que ainda hoje preserva a esperança de encontrá-lo.
13.5.03
Estou pensando seriamente em voltar a escrever aqui... Mas não sei se conseguirei... Falta-me paciência.
Tenho toneladas de coisas pra escrever, porém, ao abrir o W.bloggar, a inspiração, que já não é muita, some.
12.5.03
19.3.03
6.3.03
28.2.03
Minha disposição hoje está em alta !!!!
Estou disposto a fazer qualquer coisa, desde que seja nada !

