Esse começo de ano foi mais atribulado do que eu imaginava. Além de estarmos de casa nova, com diversos pequenos detalhes a serem arrumados que no final das contas se transformam num bolo enorme de coisas pra fazer, estamos começando nossa vida de casados, conhecendo melhor um ao outro a cada dia.
A vida de casado é legal. Eu, por exemplo, posso dizer com sinceridade, que não sabia o que era a felicidade até eu me casar. Agora eu sei, mas é tarde demais, já casei !
Além disso tudo, mudanças na vida profissional. Subi na empresa ! Trabalhava no segundo andar e agora trabalho no sétimo.
Como tudo na vida, há seus prós e seus contras. Lá embaixo a coisa era mais agitada, o pessoal engraçado, fazendo piadinhas a todo instante, uma verdadeira baderna. Já aqui em cima a coisa é diferente. Silêncio mórbido ! Ninguem fala, ninguem ri, às vezes acho que ninguem respira.
Sem contar que o povinho daqui de cima é meio esquisitão. Na minha baia (sim, agora eu trabalho em uma baia, tal qual o Dilbert), sento de costas para o corredor. Outro dia desses, minha visão periférica detectou alguém passando pelo corredor. Infelimente não vi quem era o cidadão, mas a mochila que ele carregava nas costas era tão grande que parecia um vagão de um trem, sendo o próprio dono da mochila, a locomotiva.
Agora eu me pergunto: onde diabos um cara desse vai com uma mochila desse tamanho ? Talvez tenha escalado o prédio e seus materiais de alpinismo estejam na mochila... É uma hipótese.
A internet lá em casa ainda não foi instalada (eu já disse que adoro esse termo, instalar a internet ???). A Net tá me enrolando. Vou acabar me rendendo à Telefônica. Por falar em telefônica, você já conhece o concorrente do Skype, o VoipDiscount ? Parece interessante, principalmente pelo fato de que ele faz ligações para telefones fixos do Brasil, Estados Unidos e mais uma penca de países totalmente DE GRÁTIS !!!!
Prometo voltar a atualizar esse troço aqui com mais frequência, assim que der !
É isso... Beijo nas criança !
7.4.06
Mudanças
2.3.06
Essa maldita curiosidade !
Segundo as estatísticas dessa pocilga aqui, algumas pessoas estão chegando no blog vindos de uma mensagem colocada em um grupo do MSN chamado Porto Amigos13.
Como a curiosidade matou o gato, gostaria muito de saber que texto meu mereceu tão honrosa(?) menção.
Caso você seja participante deste grupo e quiser matar minha curiosidade, por favor, reproduza a mensagem em questão nos comentários... :-)
Aparentemente, a mensagem colocada no grupo é essa.
Muito obrigado !
8.2.06
Débito
Sim, sei que estou em débito com todos os 4537 assíduos leitores deste humilde blog.
As fotos estão em casa, devidamente armazenadas em um DVD, para uma futura disponibilização, aqui.
Acontece que estou deveras enrolado com uma caralhada de coisas. Desde que voltamos da lua de mel ainda não tivemos tempo para muita coisa.
Um resumo rápido:
- Natal / Ano Novo
- Acabamentos no cafofo (instalação dos chuveiros, lustres, ganchos de rede, movéis, etc.)
- Geladeira novinha em folha que pára de funcionar e após 20 dias sem geladeira e brigando com a fábrica, teremos uma nova até o final da semana
- Batizado da nossa sobrinha, da qual somos padrinhos
- Mudanças na empresa (não DE empresa, que fique claro)
Além disso tudo, estou sem internet em casa e meu micro tá meio requenguela. Assim que arrumar o computador e instalar a internet em casa (adoro esse termo: "instalar a internet"), colocarei fotinhos para vosso deleite !
18.1.06
3.1.06
7.11.05
Último antes do primeiro ?
Esse talvez seja meu último post como solteiro.
Talvez o próximo post seja o primeiro como casado.
Aguardem ! Em dezembro, uma série de posts fotográficos da saga São Paulo - Dracena - São Paulo - Natal - São Paulo - Ilha Bela / Paraty. Esses dois últimos ainda não confirmados. Talvez sejam substituídos por obras no apartamento / mudança.
É isso... Cuidem-se e até a volta !
21.10.05
18.10.05
No meio do caminho tinha uma pedra
Como vocês já deveriam saber, vou me casar. Em pouco menos de um mês, tornar-me-ei um homem casado. Além disso, como vocês também já deveriam saber, estamos comprando um apartamento, novinho em folha, para que seja nosso ninho de amor.
Isto posto, vêm as encrencas.
O apartamento atrasou. Era pra ter sido entregue em Agosto. Estamos em Outubro e, até agora, necas de pitibiriba.
Como somos pessoas muito ágeis (leia-se: Minha noiva é ansiosa pra caralho !), já compramos os armários de cozinha, guarda-roupas, móveis do home-office (sou um cara UP e uso termos COOL) e as cadeiras para a mesa de jantar. Claro, contamos com o ovo no cú da galinha e nos demos mal. O apartamento atrasou, e agora está aquela correria para remarcar as datas de entrega.
Tudo ia bem, a maioria das lojas topou adiar a entrega, exceto uma. Como não podia deixar de ser, essa uma fez a maior trapalhada. Mandou entregar as cadeiras em lugar errado, fora do prazo e já estão falando em nos cobrar outro frete. Eu, que já gosto de uma boa briga, armarei o barraco, é claro !
Fora isso, ainda tem o perrengue do financiamento. Como eu já possuo um apartamento financiado, não podemos nos casar antes que saia o financiamento do apartamento novo, pois apenas o nome da minha digníssima futura-esposa poderá constar no financiamento.
Como podem perceber, isso tá virando o samba do crioulo doido. Isso porque não dei maiores detalhes sobre essa algazarra toda.
Pois é, feliz era Drummond, que só tinha uma pedra no meio do caminho.
P.S.: Como diria Falcão, é melhor uma pedra no meio do caminho que duas no rim.
13.10.05
Back to the future
Certa vez, escrevi sobre amigos neste humilde blog.
Vivi no Rio de Janeiro quando criança; minha adolescência foi em São Paulo, no Jd. Consórcio; minha juventude, na Zona Oeste, entre Lapa, Pinheiros e Butantã.
Nessas diferentes fases da minha vida, fiz grandes amigos.
Mas o que me levou a escrever este post e retomar o assunto "velhos amigos" foi o fato de ter participado, ontem, de um churrasco que chacoalhou com meus sentimentos.
Fizemos um churrasco na casa do Alezinho, velho e grande amigo (grande mesmo, mede quase 2 metros) que não via há mais de 5 anos. Encontrei pessoas que não via há 10 anos, ou mais.
Estavam todos lá. Ao chegar naquela casa e ser recebido pela Dona Divina, um filme passou na minha cabeça.
Foi algo emocionante e indescritível. Gostaria muito que esses encontros voltassem a acontecer. Gostaria de nunca mais perder contato com essas pessoas.
E tudo isso, até onde entendi, graças ao Fabrizio, que organizou a parada toda.
11.10.05
O hipopótamo
Hoje acordei com uma dor de cabeça daquelas. Coloquei a culpa na pobre da azeitona, sem esconder o sorriso irônico no canto da boca. Por falar em boca, o gosto de cabo de guarda-chuva predominava. Aliás, o guarda-chuva inteiro parecia estar dentro da minha boca. Sentei na cama e olhei, com nojo, para a piscina de baba que estava meu travesseiro. Aquilo me embrulhou o estômago.
Levantei, meio relutante, e fui ao banheiro escovar os dentes e tirar o restante do álcool que ainda permanecia na minha bexiga.
Abri a porta do banheiro, disse bom dia ao hipopótamo que estava sentado na privada, e dei aquela examinada nas olheiras que cobriam parcialmente minha maçã do rosto.
Foi então que percebi que algo estava errado. Não que tivesse achado estranho um hipopótamo sentado na minha privada. Estranho é que ele respondeu ao meu bom-dia. Nunca soube de hipopótamos falantes. Mas esse falava!
-- Bom dia! - disse ele - Se bem que com essas olheiras e esse bafo de cachaça que você está exalando, presumo que seu dia não vá ser dos melhores.
Olhei com o rabo-de-olho para o bicho sentado na privada e, meio sem jeito, perguntei:
-- Err... Você é um hipopótamo certo?
-- Certíssimo! - disse ele.
-- E você fala?
-- Português, inglês, espanhol e estou aprendendo esperanto.
-- E o que você faz aqui, no meu banheiro?
-- Cocô!
-- Pô! Um hipopótamo poliglota defecando na minha privada! Definitivamente não devia ter comido aquela última azeitona! Como você entrou?
-- Humpf! Ainda dizem que são os únicos animais racionais... Pela porta, ora bolas!
-- Hmmm, é verdade. Cheguei tão bêbado que esqueci de trancar a porta. Vou escovar o dente na pia da cozinha. Não vou escovar meus dentes aqui, com um hipópotamo cagão!
Peguei minha escova de dentes, o creme dental e fui para a cozinha. Ao terminar minha higiene bucal, voltei ao banheiro com a certeza de que aquela alucinação não estaria mais lá. Em parte, eu estava certo. O hipopótamo não estava mais "no trono". Estava tomando banho.
Entreguei os pontos! Tirei o pijama, vesti o terno e, antes de sair, gritei da porta do banheiro:
-- Tô indo! Quando sair, tranque a porta e deixe a chave na portaria!!!
-- OPA! Tchá comigo! - respondeu ele - A ! Posso usar um pouco do seu perfume???
Não respondi. Simplesmente fechei a porta do banheiro e fui trabalhar, ainda morrendo de vontade de urinar.
5.10.05
Taí ! Se houvesse um referendo nesse sentido, eu votaria SIM !
Dinamarquês quer que Estado pague gastos com prostitutas
Gostei da alegação do cara: "...o fato de não estar satisfeito sexualmente pode levar a “frustração e agressão”. "
27.9.05
Acabou a graça
Pois é, morreu Bronco, morreu Maxwell Smart e como se não bastasse, acabaram com a graça do Jornal do SBT.
Acabaram as notícias esportivas com a Ex-Frota. Findou-se o aconteceu no mundo. Nada de tolerância zero.
Cadê o jornalismo-arte ?? O jornalismo-moleque ???
É, meus amigos.. Se foi !
E tudo isso, é claro, por culpa DELA !
Ajudando a ampliar a biblioteca
What should I read next é um serviço bacana que, com base no livro que você informa, sugere outros livros semelhantes.
Testei pouco, mas já fiquei satisfeito com os resultados.
Tosqueira pouca é bobagem
Ontem a noite, estava eu zapeando* entre os parcos canais da TV aberta e me deparei com uma cena tosca (novidade, né ?).
Como uma imagem vale mais que mil palavras, o que vi foi algo muito parecido com a foto abaixo:
Vejam que figura abominável ! A única diferença é que ontem ele estava usando uma camisa branca, um pouco mais desabotoada que esta da foto.
Olhei a cena e pensei cá com os meus botões: -- O que leva um ser humano a (des)pentear o cabelo dessa maneira, usar uma camisa aberta exibindo trocentos pinduricalhos no pescoço e, pior, usar meio pedestal, SIM, MEIO PEDESTAL, para segurar o microfone ????
Veja por sí só, como o energúmeno segura o microfone:
Acho que o negócio é rolar uma terceira guerra mundial e dizimar o planeta de vez.
* -> Zapear, além de ser um dos verbos mais bonitos da Língua Portuguesa, está no topo da minha lista de verbos favoritos, dividindo a liderança com printar.
Reticências...
Acho que já falei sobre isso aqui, mas...
Gosto de reler aquilo que escrevo, esporadicamente, para ver a quantas anda minha escrita, que ainda pode melhorar muito, mas não é das piores. Porém, relendo os últimos texto, descobri uma coisa...
Tenho abusado de um certo vício... sei lá... Talvez seja besteira minha...
Mas o fato é que acho que venho exagerando no uso das reticências... Não sei...
26.9.05
Que beleza !!!!
Lembra disso ?
Pois é... Cinco plásticas depois...
E ele acha que ficou bonito... Tá parecendo o Tom Cavalcanti, no papel de Ribamar.
Fonte: Último segundo
Sobre o texto anterior
Essa inspiração (??) surgiu quando, não sei porque, lembrei de um texto do Charles Chaplin sobre a vida. Isso mesmo ! É aquele texto que você já recebeu uma dúzia de vezes por e-mail , no qual ele fala que a vida é injusta, que o ciclo deveria ser ao contrário, que deveríamos morrer primeiro e acabar a vida com um orgasmo, etc. e tal.
Como dizia, não faço a mínima idéia do porquê desse texto do Chaplin ter surgido no vazio que é meu cérebro. Mas, como surgiu, pensei que isso também deveria se aplicar ao casamento...
A grande maioria dos casamentos, com o passar do tempo, acabam virando rotina e o sexo fica em segundo plano, enquanto que no começo do relacionamento, as partes íntimas do casal chegam a ficar em carne-viva, de tanto uso. Sendo assim, nada melhor que um casamento começar pela parte entediante e acabar na sacanagem...
24.9.05
... e viveram felizes para sempre !
Se conheceram, por acaso, na imobiliária.
Quando o corretor perguntou se estávam juntos, responderam em uníssono que sim, apesar de um não saber o nome do outro. Alugaram um apartamento e foram morar juntos.
Durante aproximadamente 5 anos, mal se econtravam. Ela saía, ele ainda estava dormindo, ele chegava e ela já estava dormindo. Dividiam a cama de casal, mas nunca se tocaram.
Pouco depois, ele largou a namorada (as más línguas diziam que era uma amante), e passaram a se encontrar mais vezes em casa, assistiam filmes e viam novela, juntos.
Foi então que passaram a fazer sexo, 2 ou 3 vezes por mês, no máximo. A coisa foi esquentando e depois de quase 12 anos vivendo sob o mesmo teto, faziam sexo compulsivamente, 2 ou 3 vezes... Por dia.
Trocavam carícias constantes em público. Um exemplo de casal apaixonado.
Foi então que decidiram deixar de morar no apartamento alugado. Ela voltou a morar com a mãe, e ele, com os pais. Se falavam cerca de 32 vezes por dia, ao telefone. Ele ligava para ela todas as manhãs, apenas para deserjar-lhe bom dia. Ela, todas as noites, ligava para dar-lhe um beijinho de boa noite.
Iam ao motel frequentemente, sempre aos finais de semana.
Certo dia, foram a um barzinho, apagaram os telefones de ambos de suas respectivas agendas. Ela foi embora as 2:30hs e ele as 4:00hs, após beijar mais 2 gatinhas, que estavam dando mole.
Nunca mais se encontraram, e viveram felizes para sempre.
19.9.05
5.9.05
Drive-in
Bons tempos aqueles, em que reuníamos a família, minha mãe, meu pai, meu irmão e eu, pra irmos ao drive-in.
Não, não é o que você está pensando, depravado leitor. Não éramos uma família de maníacos sexuais praticantes de incesto.
Quando eu era moleque, íamos muito ao cine drive-in. Naquela época, cerca de 20 anos atrás, havia um cine drive-in na entrada da Ilha, e acho que ele ainda está lá, firme e forte, mas não tenho certeza.
Para aqueles que não fazem a mínima idéia do que estou falando, explico: Cine drive-in é um cinema ao ar livre, que você entra com seu carro e estaciona ao lado de um poste munido de uma caixa de som, que você pode retirar do poste e pendurar na janela do seu carro. Isso mesmo, você assiste ao filme de dentro do seu carro. AH ! Lembro que havia um esquema de sintonizar o áudio do filme pelo rádio do seu carro, mas não estou certo se isso era realmente possível...
Pois bem, como disse, na entrada da Ilha do Governador havia um cinema desses e costumávamos ir nos divertir por lá. A sessão Coca-cola então, era especial. A molecada se esbaldava com Coca sem gelo e sem gás, distribuída gratuitamente.
Bons tempos...
Ah.. O Ilha Auto-Cine Drive-In ficava aqui (ou ainda fica, não sei)

